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Projecto #na_tua_escola
por Manuel Campos Pinto e Olga Ferreira
Nas últimas décadas as visitas de
escritores entraram na rotina de muitas escolas. Quase não há
reunião de grupo disciplinar de português em que, no início do ano
lectivo, não surja a proposta do convite a um escritor. Compreende-se
o atractivo da proposta: um escritor é um criador que, navegando no
reino da invenção, desafia as leis da gravidade e os professores
estão sempre à procura do melhor para os seus alunos.
Um artista na sala de aula fala da invenção e dos mistérios da
criação, fala da sua vida e ao fazê-lo pode suscitar nos alunos a
admiração ou o desejo de imitação. E fala também de aspectos
muito práticos como da necessidade do uso do dicionário, da
necessidade de hábitos regulares de trabalho, do respeito pelas
regras de comunicação escrita. Como diria Edison, fala da
inspiração e da transpiração. Na verdade, não faz nada que um
professor não possa fazer, mas fá-lo com a autoridade de alguém que
pode prestar um testemunho vivido.
Os mais velhos de entre nós recordam-se bem
de uma época em que os métodos livrescos e a falta de abertura das
escolas tornavam impensáveis as visitas de escritores ou de qualquer
outra pessoa do exterior. Porém, como os benefícios desta prática
se tornaram evidentes para todos, entraram nos costumes dos
estabelecimentos de ensino.
No entanto, quando deparamos com a dificuldade de arranjar lugar na
agenda de um escritor minimamente conhecido dos alunos, começamos já
a ter sinais de que estas visitas não se podem reproduzir a tão
larga escala e de que estão prestes a tornarem-se num luxo.
As Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) surgem assim
no momento oportuno para providenciar uma solução. As suas
potencialidades permitem ultrapassar barreiras geográficas e
introduzem uma outra dimensão, que exige, todavia, novas estratégias
ou as suas consequentes adaptações.
A Internet oferece-nos três modalidades de
comunicação: o correio electrónico, as listas de discussão (com a
variante fórum) e o IRC. Destas, a única que possibilita perguntas e
respostas em tempo real (comunicação síncrona) é o IRC, acrónimo
de Internet Relay Chat, que poderíamos traduzir por Conversa Mediada
pela Internet e, mais prosaicamente, por Chat, termo inglês para
conversa.
O IRC, embora escrito, permite responder de imediato a uma pergunta,
um pouco à maneira dos bilhetinhos que os nossos alunos trocam entre
si e, veremos mais tarde, com a mesma falta de respeito pela
gramática tradicional. É um meio capaz de preservar a vivacidade da
comunicação oral que é espontânea e rápida.
O IRC tem ainda outra característica que o torna interessante para o
nosso desiderato: é uma ferramenta muito popular entre os alunos. Em
muitos casos os alunos serão mais hábeis e mais competentes do que
os professores na sua utilização. Na realidade portuguesa, em que
são bem-vindas medidas que promovam o uso das TIC nas escolas, esta
é mais uma característica que concorre em favor do IRC.
Quando se tomou a decisão de utilizar o
Chat numa actividade cujo objectivo consistia em proporcionar
encontros entre escritores e os alunos de várias escolas, pensou-se
em potencializar o tempo despendido pelo autor, fazendo-o chegar em
simultâneo a diferentes pontos do País, mesmo junto daquelas escolas
de mais difícil acesso.
E foi este o contexto em que a APP iniciou uma série experimental de
sessões de IRC, que ocorreram nos meses de Abril, Maio e Junho de
2002, primeiro com as escritoras Ana Maria Magalhães e Isabel
Alçada, depois com o escritor Mário de Carvalho e, de novo, com as
mesmas escritoras, agora, especificamente para os alunos do 1º Ciclo.
Chamou-se ao projecto "#na_tua_escola", o que permitiu, por
exemplo, anunciar na página da APP, publicada na Internet:
"Mário de Carvalho, #na_tua_escola, dia 9 de Maio, das 11 às
13h". Procurava-se, deste modo, chegar também aos alunos, pois
caso a expressão "#na_tua_escola" suscitasse alguma
interrogação junto de um professor, ela não deixaria qualquer
dúvida a um aluno "vIRCiado" neste tipo de "IRContros"
que a Internet proporciona.
Numa sessão de IRC o nosso ecrã de
computador aparece dividido em três campos: numa coluna à direita
pode ver-se o nome ou pseudónimo dos intervenientes; numa barra em
baixo vão aparecendo os caracteres à medida que são digitados por
nós.
Quando clicamos em "enter" o conteúdo desta última barra
passa para a zona principal do ecrã e fica visível por todos os
intervenientes. Cada intervenção é precedida pelo nome (ou
pseudónimo/nickname) do seu autor, tal e qual como no texto de uma
peça de teatro. O nome, ou pseudónimo, do operador da sala aparece
precedido do carácter @, o que lhe confere poderes de determinar o
tema da conversa e expulsar os importunos.
Se as características do Chat e o seu uso coloquial fazem dele um
instrumento significativamente comunicacional, o facto é que estes
mesmos atributos lhe conferem, frequentemente, um carácter
superficial e algo vazio, parecendo ser um instrumento
preferencialmente vocacionado para troca de mensagens rápidas e pouco
complexas. O seu interesse pedagógico gera, por isso, alguma
desconfiança na comunidade educativa.
Um relatório do Ministério da Educação Francesa, de 2000, sobre a
difusão das TIC, dizia que o IRC estava pouco difundido no sistema
escolar mas que isso, "no estado actual das coisas, não era
preocupante". Contudo o resto do relatório mostra-se muito
favorável à integração das TIC no sistema escolar. (Citado por
Audran e Perugia)
Falta acrescentar que, na configuração de IRC que escolhemos e que
é a mais típica, qualquer pessoa pode entrar na conversa e, como
utiliza um pseudónimo (nickname), não precisa sequer de declinar a
sua verdadeira identidade. A espontaneidade parecia, deste modo, ficar
garantida, mas colocava-se uma outra questão: como preservar a
qualidade, a variedade e a pertinência das perguntas dos alunos e,
por arrastamento, das respostas dos escritores?
Baseando-nos na experiência presencial deste tipo de sessões que
vivenciámos tantas vezes nas nossas escolas, sabemos o quanto é
importante a preparação de encontros com autores, para que estas
actividades constituam momentos verdadeiramente ricos e significativos
para os alunos e como constituem pretextos e incentivos para que os
jovens se empenhem nas suas aprendizagens. Daí a importância que
pretendemos dar a um trabalho preparatório (anterior à sessão)
idêntico ao das sessões presenciais, podendo desencadear, da mesma
forma, um trabalho exploratório (posterior). O mesmo é dizer que
estas sessões não excluem a importância de um trabalho presencial
do professor com os seus alunos.
A decisão de publicar no sítio da APP uma
página de apoio a este projecto direccionada ao Professor (e ao
aluno), contendo informação acerca do escritor convidado para a
sessão de Chat, significou recentrar o projecto no
ensino-aprendizagem e constituiu um convite explícito para que as
sessões fossem previamente preparadas. A página tornou-se numa
espécie de "banco de dados" constituído por materiais
como: biografias, bibliografias e ligações para outros Sítios, onde
existem materiais sobre o escritor (Sítios da Editora, de
Instituições, de particulares, etc.).
Na página de apoio figuram ainda as indicações técnicas que
permitem o acesso às sessões de Chat.
Com o desenrolar do projecto pretende-se vir a aperfeiçoar estas
páginas de apoio, mas, mesmo no seu estado actual, elas constituem um
sinal claro de como se pretende orientar a conversa.
Por outro lado, o estatuto do convidado em si mesmo, pressupõe que a
conversa se desenrole com um certo grau de exigência e que os alunos
realizem aprendizagens: trata-se de um convidado que, ao contrário do
habitual nestas circunstâncias, é identificado pelo seu nome
autêntico. É uma personalidade conhecida.
Espera-se assim que, dadas as condições, os alunos não realizem uma
mera conversa de circunstância, mas que aprendam também sobre a
língua, sobre o processo de escrita, sobre a profissão de ser
escritor ou sobre aspectos diversos da cultura portuguesa. E que
mostrem que se preparam para esta conversa.
Só a conjugação dos esforços dos promotores das sessões de IRC e
dos professores pode resultar em visitas virtuais em que o diálogo
seja enriquecedor, produtivo, consistente.
Algumas notas ainda sobre esta questão da
proclamada futilidade do IRC:
1. O IRC é rápido mas rapidez não implica superficialidade. E não
é tão rápido quanto isso porque o participante tem de teclar as
frases e, ao fazê-lo, introduz uma certa distância entre o
pensamento e a expressão.
2. Uma vez que se trata de uma actividade eminentemente interactiva
implica o domínio de várias competências em simultâneo, como
sejam: a fluência na leitura, a compreensão do que se lê,
velocidade na utilização do teclado, domínio do tema em questão,
mestria na utilização do código escrito e adequação da mensagem
ao código de comunicação.
3. A superficialidade do IRC não é um pecado original. Quando o
finlandês Jarrko Oikarinen o inventou em 1988, pensava numa
ferramenta que permitisse a cientistas, trabalhando sobre o mesmo
projecto em locais separados, trocarem ideias sobre o trabalho comum.
Nada mais sério e profissional. O uso convivial veio depois.
4. O moderador de uma sessão de IRC pode configurar o programa de
modo a que as intervenções dos participantes só sejam publicadas
depois de visionadas e aprovadas pelo moderador. Pode mesmo limitar o
acesso e só participarem as pessoas convidadas. Não optámos por
estas modalidades, porque queríamos permitir a expressão de todos,
embora correndo o risco de algum ruído na comunicação. Mas estamos
atentos e é uma hipótese a ponderar...
Na preparação das primeiras sessões de
Chat, o nível de adesões, foi talvez o aspecto mais imponderável.
Como iriam reagir as escolas e os alunos? Correr-se-ia o risco de não
haver participantes? Ou, pelo contrário, iriam os participantes ser
tão numerosos que a sua presença no Canal, impedisse o desenrolar
normal de uma conversa com o escritor?
Nada mais haveria a fazer do que experimentar, divulgando.
Na divulgação da informação optou-se por utilizar duas vias: por
um lado o correio electrónico e o anúncio no Boletim trimestral
("Cadernos") e no Sítio Web da APP (www.app.pt); por outro
lado convites individuais a escolas e professores conhecidos.
Surpreendentemente os professores contactados individualmente (quase)
não apareceram. O bom nível de afluência ficou a dever-se à
divulgação generalizada.
A participação registada leva-nos a colocar as seguintes perguntas:
serão as escolas onde existem professores já familiarizados com as
TIC e onde existem já hábitos regulares de trabalhos com a Internet,
aquelas que mais facilmente respondem a desafios deste tipo? São, de
facto, esses professores, os que conseguem motivar e envolver os seus
alunos nestas actividades? No fundo, é necessário gostar-se, ou
ter-se à-vontade, ser receptivo. Os professores contactados
individualmente alegaram, em alguns casos, que tiveram problemas
técnicos e não conseguiram aceder ao Canal de IRC onde se
desenrolava a experiência.
Estamos persuadidos de que uma turma,
preparada, acompanhada pelo professor, pode ter uma participação
muito proveitosa.
Nas três sessões experimentais quando uma intervenção ultrapassava
os limites das boas maneiras (a netiqueta) o autor era expulso. As
expulsões não chegaram à meia dúzia. Além disso o moderador pode
abrir um canal de comunicação privado com um
"malcomportado", advertindo-o da expulsão iminente.
Num dos casos os próprios alunos (acompanhados pelos professores)
pediram para a medida de expulsão ser levantada, porque o
prevaricador já tinha regressado à sala de aula e eles queriam ter
mais um computador disponível para continuarem a participar no Chat.
No dia seguinte o próprio Conselho Executivo pediu desculpa aos
organizadores da sessão e à APP, pelo sucedido.
O ambiente geral das sessões foi sempre
muito agradável e caloroso, embora confuso: "Eu gostava de saber
se leu os poemas que lhe mandei daqui fala o joão de s. brás de
Alportel", "Os seus alunos não ficam malucos por terem uma
professora famosa?", "Até um dia, quem sabe cá na
escola", "quer vir conhecer a nossa escola?"
Intervenções como estas são frequentes. As despedidas são
longuíssimas.
Os escritores convidados aceitaram todos, interessados, curiosos e
evidenciando mesmo alguma audácia. Houve apenas uma excepção a
registar:" Não consigo falar para alunos sem os ter, ali, na
minha frente!". E poder-se-á dizer que a actividade exigiu
coragem e energia para enfrentar as "vozes" que emergiam do
écran e se digladiavam para que a sua pergunta fosse a mais
rapidamente respondida.
Todas as sessões foram gravadas e a ideia
subjacente era publicar o texto das conversas no Sítio da APP para
consulta dos interessados e possível publicação posterior em livro.
No entanto adiámos sucessivamente a publicação das conversas por
não termos resolvido o problema prático-teórico que as
características híbridas da linguagem utilizada - entre o escrito e
o oral - colocam.
A conversa através do IRC é um meio novo, diferente do telefone, do
frente a frente, da mensagem dactilografada ou manuscrita, do
bilhetinho na sala de aula, do telegrama, mas tem algo de cada um
destes meios já nossos conhecidos. Gravar uma conversa em IRC é uma
opção tão delicada como gravar uma conversa telefónica. Publicar
na Web (em papel, por maioria de razão), é ainda mais delicado. Pelo
mesmo tipo de razões, a Biblioteca Nacional informou recentemente que
não publicaria no seu Sítio Web os manuscritos de escritores que tem
nos seus arquivos. Mas esta é uma questão em aberto!
Este canal de comunicação coloca em
situação de interacção vários interlocutores em simultâneo. Na
sua utilização convivial, foram introduzidas um conjunto de regras,
que originaram uma série de transformações e de adaptações
necessárias, qual estenografia ou linguagem telegráfica, ditada pela
urgência de vencer a escassez do tempo. Dá-se então uma evidente
economia de signos ("gosto de mts n sei kal o melhor"), a
sintaxe da frase torna-se rudimentar aproximando-se da oralidade
("jokas para ti tamem") e, com frequência, as frases são
inacabadas ou repartidas e abdicam da pontuação. As palavras
aparecem truncadas em abreviaturas e reduzidas a algumas consoantes
("com k idd começou a escrever?", ("ddtcl") Os
termos e as normas ortográficas são subvertidos e toda esta
urgência proporciona mesmo o erro e a troca ("a kuantos anos e
escrir"tor ", "respomda", " naxeu",
"ganda", "tamem"). São explorados os efeitos
visuais das palavras (RRRRRRRRREEEEEEEESSSSSS SSPPOONNNNNDDDDDAAAA
AAAAAAMMMMMMMMMM!) e sonoros ("eheheheh") gerando uma
espécie de grafia fonética. E surgem mesmo sinais gráficos, de modo
a ultrapassar a ausência do gesto, da expressão facial e dos
registos da voz, que a comunicação presencial proporciona - os
"smileys", ( alegre :-)) triste :-(( ). Tudo isto dá origem
a uma "gramática" muito própria que se coloca ao serviço
de um ambiente peculiar, espontâneo, informal e próximo. E o que é
curioso é que este "dialecto" só aparentemente não tem
regras, sendo possível observar os "erros" cometidos por
quem não é " vIRCiado". Exemplo: " O m/pai Kria keu
fosse advog". A frase mostra um esforço de aprendizagem muito
meritório mas o erro é evidente: a barra de "m/pai" está
mal. A frase foi escrita pelo escritor Mário de Carvalho, ao fim de
quase 60 minutos de Chat, num esforço louvável para se adaptar ao
estilo local.
No momento em que escrevemos, ao fim de
três sessões experimentais muito encorajadoras, a nossa decisão é
prosseguir esta actividade com escritores da área infanto-juvenil e
alargar, convidando outras associações de professores a colaborar
com a APP, organizando sessões com personalidades das respectivas
áreas, como sejam o desporto, as ciências exactas ou humanas, as
artes e a cultura...
Manuel Campos Pinto e Olga Ferreira
Bibliografia
(s.a.) (s.d.), IRC - Internet Relay Chat,
http://www.uarte.mct.pt/irc/apoio.asp#UA (21.09.2001)
Audran, Jacques & Del Perugia, Brigitte
(s.d.), Les "chats" à l'école: quels apprentissages?
http://lambesc.educaix.com/enseignants/audran/articles/CIME2000.PDF
(21.09.2001)
Faverjon, Jacques (s.d.), Clavardage
pédagogique, http://perso.wanadoo.fr/ecole.chabure/maitres/chatpedagogique.htm
(21.09.2001)
Godard, Hervé (1999), "Le "chat"
pour dialoguer sur Internet", Médialog nº 33
www.ac-creteil.fr/medialog/ARCHIVE33/Chat33.pdf (21.09.2001)
Horta, Maria João (2000), Sobre a
utilização do IRC em contexto educativo,
http://www.uarte.mct.pt/irc/apoio.asp#mjh (21.09.2001)
Reid, Elizabeth M. (1991), Electropolis:
Communication and Community On Internet Relay Chat, University of
Melbourne, Department of History
http://www.irchelp.org/irchelp/misc/electropolis.html (21.09.2001)
Glossário
@ - Carácter caído em desuso e reaproveitado na Internet, 1) no
correio electrónico para significar "alojado em" e 2) no
IRC, anteposto ao nome de um participante para indicar um estatuto
particular (por exemplo: operador, que tem poder para expulsar um
vulgar participante).
Internet - Sistema mundial que permita a vários (inúmeros)
computadores comunicar entre si.
IRC - Acrónimo de Internet Relay Chat (Conversa Mediada pela
Internet). Sistema de troca de mensagens, em tempo real, usando o
teclado do computador para escrita e o monitor para leitura.
IRContros - Sessão de IRC.
netiqueta - Conjunto de regras que regulam a comunicação na Internet
(IRC, mail). Dois exemplos: 1. Usar maiúsculas significa gritar. Não
grite, por favor. 2. Não se deve repetir a mesma palavra ou frase
muitas vezes, para chamar a atenção.
nickname - Pseudónimo usado para (não) identificar um participante.
página - Ficheiro de informação disponível na Web e visto de uma
só vez no ecrã, mesmo correndo para cima e para baixo ou para os
lados.
sítio - "sítio" ou "sítio web" é o ficheiro ou
conjunto de ficheiros relacionados disponíveis na web, geralmente num
determinado endereço.
smileys - Pequenos desenhos obtidos com caracteres tipográficos que
expressam emoções. Lêem-se inclinando a cabeça para a esquerda.
TIC - Tecnologias de Informação e Comunicação
vIRCiado - Pessoa que usa o IRC.
www ou web - World Wide Web (Teia Espalhada pelo Mundo), ou apenas Web
(Teia), é o conjunto de páginas existentes em toda a Internet;
caracteriza-se pela ausência de organização rígida, pelo carácter
multimedia (texto, som, vídeo, imagem), pela interactividade e pela
possibilidade de utilizar as hiperligações criadas pelo autor de
cada página.
(Comunicação apresentada no 5º Encontro
Nacional da Associação de Professores de Português, em Janeiro de
2003)
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